A acne é uma das condições dermatológicas mais prevalentes no mundo, afetando cerca de 85% dos adolescentes e uma parcela significativa de adultos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Embora muitas pessoas associem a acne apenas à adolescência, ela pode persistir na vida adulta, especialmente em mulheres e, em algumas pessoas, até mesmo surgir pela primeira vez em idade mais avançada, durante a menopausa.
Com o objetivo de oferecer um espaço para disseminação de informações corretas sobre a doença, o Mês de Conscientização sobre a Acne surge como uma oportunidade fundamental para desmistificar a condição.
A evolução dos tratamentos dermatológicos tem proporcionado opções mais eficazes e seguras, garantindo que pacientes, seja na adolescência ou na fase adulta, possam conviver com a acne de forma mais tranquila e com a confiança restaurada.
Já na vida adulta, especialmente em mulheres entre 25 e 40 anos, a acne costuma estar ligada a flutuações hormonais, estresse crônico e uso inadequado de cosméticos.
A acne na menopausa também é uma condição comum, afetando muitas mulheres durante a transição hormonal. A diminuição dos níveis de estrogênio e o aumento relativos dos hormônios andrógenos, como a testosterona, podem estimular as glândulas sebáceas a produzirem mais sebo, o que leva à obstrução dos poros e à inflamação, além da formação de espinhas e cravos.
Além disso, o estresse, a má alimentação e a predisposição genética também podem contribuir para o surgimento da acne nessa fase da vida.
Fonte: Revista Veja
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